Jornalista explica que “travessão” não é vilão nem ‘coisa de ChatGPT’

Tô passado que tava rolando esse boicote como travessão kkk A jornalista Luiza Tenente, do G1, explicou em vídeo que desde que o ChatGPT e outras ferramentas de inteligência artificial tornaram-se mais populares, o travessão virou basicamente uma “prova do crime”, como se a presença dele fosse um atestado de que o autor do texto é um robô.

Ela cita Machado de Assis e o trecho do livro “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, citando a presença do travessão bem antes do ChatGPT: “Mas, enfim, vivia. — E que mal há nisso? — perguntar-me-á algum leitor.”

A jornalista ainda “provou” que o travessão aparece com frequência em obras de Clarice Lispector, João Guimarães Rosa, Fiódor Dostoiévski e Marcel Proust…


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